domingo, 9 de novembro de 2014

Professor WiFi: Desconstruindo o Top 10




WebBlog criado para difundir e socializar idéias, projetos e conteúdos entre professores do ensino fundamental e médio, sobre utilização de tecnologia no dia-a-dia da sala de aula. 

A ideia é interessante, vale a pena compartilhar!

Referência:

https://pt.vecteezy.com/



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Nossa "Lingua Portuguesa" e "outras"! - Parte I

Encontrei esse texto no site da Revista Língua Portuguesa, recomendo. Matéria interessante e curiosa. Afinal, a globalização e a diversidade cultural fazem com que nossa língua seja adaptável a todo instante, e quando necessário, seja pela estranheza ou pela própria pronuncia e sons adversos. 

Esfia de muçarela?

Muitas palavras estrangeiras acabam cedo ou tarde sendo aportuguesadas. Num primeiro momento, mantém-se a grafia importada e tenta-se tanto quanto possível preservar também a pronúncia original. O que, por sinal, é bem difícil. Pronunciar, ainda que com alguma adaptação, sons estranhos aos nossos hábitos articulatórios gera dois tipos de embaraço: em primeiro lugar, é preciso parar no meio da frase para mudar de "registro" fonético (isto é, a programação motora dos músculos fonadores, há muitos anos consolidada) no momento de articular a palavra alienígena; em segundo lugar, tal pronúncia frequentemente soa afetada e causa estranheza.

Depois que a pronúncia da palavra já se aclimatou em nosso sistema fonológico, chega a hora de adaptar a grafia a essa pronúncia. Foi assim que "football" (pronunciado "fútbol") passou, primeiro foneticamente, depois graficamente, a "futebol".

Mas há palavras cuja versão nacionalizada simplesmente não pega, ou porque a forma estrangeira está demasiado consagrada, ou talvez porque o aportuguesamento lhe dê um aspecto "vulgar". É o caso de "garçom" e "acordeom", que, malgrado o "m" final em lugar do "n" original, mantêm incólume a terminação francesa. As versões portuguesas "garção" e "acordeão", embora registradas nos dicionários e propugnadas por gramáticos, quase não se ouvem nas ruas.
Às vezes, a grafia incorreta de uma palavra se torna tão disseminada que a certa é que parece errada. Quem sabe por isso a maioria dos restaurantes self-service venda comida a "kilo" e não a "quilo". Por essa mesma razão, poucos sabem que a grafia correta de "mussarela" é "muçarela" - assim mesmo, com cê-cedilha e tudo! Há também "mozarela", mais aderente ao étimo italiano "mozzarella", mas quem grafa ou pronuncia assim?
Temos ainda a "esfia", forma preferida pelos gramáticos a "esfirra" e sobretudo a "esfiha", que nem é compatível com a nossa ortografia. Não obstante, é esta última forma a única que se lê nos anúncios das pastelarias e restaurantes de comida árabe. "Esfia" tem, aliás, o inconveniente de omitir um fonema ("rr" ou "h" aspirado) que todos pronunciam. Portanto, soa profundamente artificial.

Como o uso é o senhor absoluto da língua, é de se questionar se a grafia não deveria pautar-se justamente por ele, especialmente em casos consagrados como esses, em que o certo parece errado. É o que fazem outros idiomas, cujas regras ortográficas são bem menos rígidas que as nossas. Afinal, que comerciante teria coragem de anunciar esfias de muçarela? Grafado assim, esse prato fica até sem gosto!


Referência:

Blog do Aldo Bizzocchi

http://revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/esfia-de-mucarela-293852-1.asp
https://www.facebook.com/102262428214561/photos/a.102285138212290/126347022472768/?type=3
https://www.gramatika.com.br/mucarela-ou-mussarela/


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O Mito da Caverna



    Este vídeo trata do tema o "Mito da Caverna", do filósofo Platão. Maurício de Souza, de uma maneira bem simples e direta, contextualiza nos dias atuais, nas controvérsias da WEB 2.0, na blogosfera, nas redes sociais...  

    Vale a pena conferir e compartilhar com seus amigos, colegas de escola, profissionais da educação e todos os grupos e comunidades comprometidos com o sociocultural e o socioeducacional.

Fonte:
http://www.youtube.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Atividade com Stykz



    A proposta deste trabalho consistiu em desenvolver uma animação com a temática: "Cuidados com o meio ambiente". 
    O projeto construtivo não foi tão pequeno quanto ao seu resultado. 
    Sua construção foi minuciosa, detalhista e com um fechamento satisfatório e peculiar ao objetivo da proposta inicial.

Abraços

Profª Maria Aparecida

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Atividade com Scribus

SCRIBUS

O “Scribus” é um excelente programa livre para a produção de revistas, propagandas, jornais, enfim, qualquer documento que necessita de uma bela apresentação de texto e imagens. Além disso, ele também pode ser usado para a geração de PDFs inteligentes, com formulários e até mesmo javascript.


As “imagens” desta atividade e da proposta desenvolvida no “Scribus” se perderam, acredito que a linguagem de programação da época da postagem não acompanhou este blog.



Atividade com Writer







O "folder" (elaborado no writer) refere-se a um trabalho desenvolvido com as turmas do ensino fundamental / 2012 - UMEF Prof. Luiz Malizeck - Vila Velha - ES.

Obs.: Devido ao tempo corrida da postagem, o referido folder ficou sem hospedagem.